domingo, 15 de março de 2009

Barro até na alma.



Pela foto vai parecer um relato de mais uma pegação micareteira, bem foi quase isso. Estava eu indo para mais uma festa, coisa que quem me conhece sabe que eu adoro, é do tipo que eu num ia desde minha adolescência, não que faça muito tempo, longe disso, é que ainda é tudo como antes, diversão, alegria, música, resumindo uma festa. A diferença é simples, eu não tenho que passar por isso, eu estou velho, adoro festa, beber dançar, mulheres, amigos, nenhuma novidade, voltar todo sujo de barro pra casa e cheio de machucados então nem se fala. O melhor da festa eram as mulheres, claro, fato, a Natália, grande miss bixurrascada, que mulher, que pedaço. Me portei nessa festa como me porto em todas as outras, como um louco pilhado,horas a fio sem cessar a dança o sorriso. Isto tudo me fez lembrar que eu aprendi muitas coisas além de prazeres adolescentes, quando eu digo adolescentes não por preconceito, eu queria ser um de novo, mas mesmo meu saldo não sendo o mesmo de tempos atrás, ainda me divirto, não tenho as mesmas frustações de não ter beijado "x" ou "y". Pra concluir, é sempre bom sair se divertir, deixar o preconceito de lado e apenas manter minha personalidade, adoro festa!

terça-feira, 10 de março de 2009

Critico, reclamo e conto meus mais intimos segredos



Ainda bem que eu vi esse filme antes de tentar decifrar o paradoxo do Pinóquio, bem ao que interessa, semana passada tive o prazer de assistir o grande ganhador do prêmio Yankee, olha o preconceito. Digo Yankee porque quem viu o Cidade de Deus e o City of Ganesh (Slumdog Millionaire) fez uma comparação.
Favelados: confere.
Linha do tempo acompanhando favelados: confere.
Violência: confere.
País subdesenvolvido: confere.
Branquelos turistas: confere.
Final feliz: opa, não confere, Cidade de Deus foi mais feliz com seu final.

Resumindo to querendo amar todas as garotas da minha sala, algumas por 2 minutos outras por um fim de semana e por aí vai, eu não sou crítico de cinema, sou praierooo, sou guerreirooo, to solteirooo, quero mais o queeeee. Socorro!

terça-feira, 3 de março de 2009

Ô calô!


Esse calor, além de fritar meus neurônios, me ensinou algumas coisas, ou apenas as despertou, como por exemplo, ou melhor vou enumerar.
Primeiro, meu buço não sua.
Segundo, sem minha peruca é pior, adorava meu cabelo.
Terceiro, ou eu ou elas um dos dois fica muito mais tarado.
Quarto, aula da Regina com 1/3 dos ventiladores desligados é uma tortura.
Quinto, minhas cantadas funcionam melhor no calor.
Sexto, dormir de janela aberta só atrai mais mosquitos.
Sétimo, meu reader fica muito mais lotado e meus games mais difíceis.
Oitavo, o teclado do pc desliza muito mais e o mouse fica imundo.
Nono, aprendi a tomar a cerveja em menos de 30 segundos, passando disso ela vira chá de cevada.
E por último, hermenêutica não é o feminino de ermitão.